Nossa história
Meu pai planta.
Eu apresento.
Cresci vendo café. Só muito depois eu entendi o que era café bom.
Na minha casa, café sempre foi trabalho. Meu pai, Francisco, sai de casa cedo desde antes de eu nascer. O café que a gente bebia, porém, era o mesmo de todo mundo: escuro, amargo, com açúcar para disfarçar.
A primeira vez que provei um café especial bem preparado, eu não acreditei que era a mesma bebida. Tinha doçura. Tinha aroma de fruta. Não precisava de açúcar. E o mais estranho: era o mesmo café que saía da nossa lavoura — só que tratado direito.
A Ana Brandão Cafés nasceu dessa diferença. Não para vender pacotes, mas para encurtar a distância entre o que a nossa família produz e o que chega na xícara de quem compra.
Hoje eu escolho os lotes, acompanho a torra, escrevo as fichas de origem e respondo pessoalmente quem chega perguntando “qual eu compro?”. Se você me perguntar, eu vou querer saber como você toma seu café antes de responder.
É isso que a gente faz aqui: curadoria, não catálogo.
Ana Brandão — Brasília, DF

Curadoria
Nenhum lote entra no catálogo sem passar pela minha xícara.
Origem
Todo café tem produtor, fazenda, altitude e processo identificados.
Didática
Explico o que é para ser explicado — sem jargão e sem esnobismo.